Rodrigo Terpins reporta sobre o futuro do relacionamentos entre as marcas e os clientes

Nos dias de hoje, a experiência de compra dos consumidores tem sido um tema cada vez mais explorado e debatido. Como exemplo disso, em setembro aconteceu em São Paulo a 4ª edição do Customer Experience Summit, que é o principal evento do país em termos de experiência do cliente. O evento, que foi organizado pela Track Sale, uma startup que atua em Belo Horizonte, contou com a participação de mais de 800 empresários e outros profissionais do ramo, que debateram sobre novas ferramentas e técnicas capazes de melhorar a fidelidade dos clientes às marcas, reporta o também empresário Rodrigo Terpins.

A escolhida para abrir essa edição do Customer Experience Summit foi Luiza Trajano, a presidente do conselho administrativo do Magazine Luiza. Durante a sua palestra, Luiza destacou que quem trabalha com vendas precisa gostar de pessoas, tendo em vista que o cliente é o motivo pelo qual as empresas existem.

Um consenso entre todos os palestrantes do evento foi a constatação de que uma marca de sucesso precisa ser capaz de satisfazer os seus clientes e oferecer uma experiência de compra satisfatória, informa Rodrigo Terpins. Especialmente na atualidade, com o uso constante das redes sociais, as marcas necessitam se dedicar cada vez mais para que seus clientes tenham experiências positivas com a empresa.

A eficácia das ferramentas tecnológicas também foi um tema discutido nessa edição do Customer Experience Summit, pois sem que isso aconteça, a experiência dos clientes acaba sendo comprometida. No caso de uma compra online, por exemplo, o consumidor espera que todo esse processo aconteça sem nenhum problema ou atraso. Todavia, para que tudo dê certo, existem muitos profissionais e inteligência artificial envolvidos, o que aumenta os riscos de ocorrerem falhas.

Porém, essas falhas devem ser evitadas a todo custo, pois ao terem experiências negativas, os consumidores compartilham em suas redes sociais e em sites de reclamação online que prejudicam a reputação da marca, noticia Rodrigo Terpins.

Acerca do futuro do consumo, Tomás Duarte, que é o CEO da Track Sale, destacou que até o ano de 2030, os smartphones provavelmente terão uma capacidade de processamento mais avançada e moderna do que os computadores. As startups, por sua vez, devem entrar em mercados que nos dias de hoje permanecem explorados somente por grandes multinacionais. E mesmo com todo o avanço tecnológico, a satisfação dos clientes continuará sendo uma prioridade absoluta.

Os empresários ainda debateram se a tecnologia tem reduzido o contato humano. Sobre essa questão, Claudia Vale, sócia-diretora da Flwow, destacou que a tecnologia não é responsável por eliminar o contato humano, podendo fazer inclusive o contrário quando utilizada corretamente, reporta o empresário Rodrigo Terpins.

O uso correto da tecnologia pelas empresas será importante para que, nos próximos anos, as marcas formem vínculos com os seus consumidores. Um exemplo disso que está em fase de aprimoramento é a leitura facial, uma ferramenta que no futuro deverá ser utilizada pelas empresas para compreender melhor o humor dos seus clientes e criar soluções satisfatórias e personalizadas para eles, informa Rodrigo Terpins.

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