Acordo comercial entre EUA e União Europeia, impulsiona montadoras

Após progresso nas negociações entre os Estados Unidos e a União Europeia – responsáveis por grande parte da economia mundial – e com um aumento nas ações de automóveis, os mercados de ações europeus saltaram nesta quinta-feira (26). Donald Trump e Jean Claude, concordaram em não impor tarifas sobre automóveis europeus, enquanto ambos os lados tentam romper outras barreiras da economia comercial.

Em uma entrevista na Casa Branca, ao lado de Jean Claude, Trump disse concordar em trabalhar juntos, em busca de zerar as tarifas, zerar as barreiras não tarifárias e zerar os subsídios em produtos industriais não-automotivos, pontos com alto índice no balanço econômico de ambas as partes.Com grande perspectiva, montadoras europeias registram os maiores ganhos, subindo até 1,7%, setor que foi atingido com ameaças tarifárias, fazendo com que os fabricantes de automóveis dos dois lados do Atlântico, cortassem suas orientação, o que projetou um reflexo na economia de ambos os lados.

As sobretaxas sobre a importação de aço e alumínio impostas pelos EUA em março, inflamaram vários participantes do comércio internacional, onde Indicadores da economia mostram estrago da guerra comercial. A discussões entre os Estados Unidos e seus maiores parceiros comerciais -China e União Europeia – é uma das maiores ameaças ao crescimento da economia mundial. Trump decidiu suspender a isenção da união europeia e do Nafta à cobrança das tarifas, há dois meses, a tensão aumentou. Em contraparte, os europeus impuseram tarifas sobre o equivalente a € 2,8 bilhões de produtos proveniente da importados dos Estados Unidos.A Comissão Europeia, também anunciou impostos adicionais, em torno de 25%, a uma lista de produtos fabricados nos EUA submetida à Organização Mundial do Comércio (OMC). As regras da OMC permitem que a união européia introduza tarifas correspondentes em valor aos danos causados ​​pela decisão dos EUA sobre suas exportações de aço e alumínio para os Estados Unidos, que totalizaram € 6,4 bilhões em 2017.

Bitcoin é aceito para pagar açaí

Quem procura por um açaí na beira da praia não pode imaginar que além dessa fruta congelada deliciosa, o pagamento também pode ser feito em bitcoins. Quem estiver passando pela praia de Pitangueiras, no Guarujá, litoral de SP, poderá se encontrar com Antônio Lopes, 40, vendedor de açaí que aceita diversos tipos de moedas estrangeiras para o pagamento.

 O cliente tem a possibilidade de pagar usando diferentes cartões e moedas do mundo, mas a que mais chama a atenção é a moeda virtual bitcoin. Nesses últimos meses a criptomoeda se tornou mais conhecida por causa da altíssima valorização que alcançou.

No carrinho de Lopes, o símbolo do bitcoin está em uma plaquinha e chama a atenção de diversos curiosos. Até agora ninguém comprou pela moeda, mas muitas pessoas são atraídas pela curiosidade e acabam comprando o açaí com dinheiro de forma tradicional.

A novidade propulsionou as vendas do açaí e o ambulante acabou se tornando uma espécie de consultor para os clientes que fazem várias perguntas. Muitos se interessam mais pela informação do que pelo próprio açaí que compram.

Houve um aumento de 60% nas vendas depois que ele passou a oferecer essa modalidade de pagamento. Para dar conta do atendimento uma funcionária foi contratada para ajudar. Com o início da alta temporada de verão, são aproximadamente 200 açaís por dia.

 A atendente Gabryelle Nunes, 16, não tinha noção da moeda e começou a aprender sobre o assunto no trabalho. Quem vem perguntar sobre o bitcoin, ouvirá explicações básicas de Gabryelle que ainda está aprendendo e tem a ajuda do patrão.

 Um dos curiosos que parou para saber mais da moeda, Rodrigo Maia, 24, não sabia que a tecnologia permitia a compra de açaí. Antes apenas havia visto sobre o assunto na televisão.

Além de estar presente na praia na vendas de açaís, Lopes também administra uma loja virtual. Em seu comércio online ele vende artigos para computadores.

 Depois de ser demitido da Petrobras, em Macaé, Rio de Janeiro, Lopes teve que procurar outras formas de gerar uma renda e se diferenciar da concorrência. Em seu carrinho ele também oferece sorvete de açaí.

Serviço de transporte para o governo possibilita economia aos cofres públicos

Um serviço oferecido ao governo semelhante a Uber, terá maiores extensões buscando atingir órgãos administrativos de forma direta, como fundações e autarquias. O TáxiGov,  apelidado como “Uber do governo”, apresenta uma grande economia de 60% desde quando passou a operar em fevereiro do ano passado.

A ramificação deste serviço tem como principal foco estimular as entidades do Poder Executivo a utilizarem esse sistema, que também utiliza um app na hora de solicitar uma corrida. A partir das mudanças, esses órgãos não poderão realizar novos contratos e não poderão estender os contratos já existentes, permitindo que novos contratos e a administração das questões de transportes seja de responsabilidade do Ministério do Planejamento.

No total, 22 unidades já usufruem deste serviço, incluindo instituições públicas e ministérios. Ao longo do tempo em que o serviço está em operação, o número de 75 mil corridas já foram solicitadas através do app, com mais de 24 mil servidores e agentes do governo cadastrados neste sistema. Sem que haja a necessidade de compra ou aluguel de veículos para o transporte de pessoas do governo, a economia de R$ 2,9 milhões aos cofres públicos foi gerada devido ao serviço.

De acordo com o Ministério do Planejamento, o objetivo é firmar cada vez mais este serviço entre todas as instituições e órgãos do Governo Federal até o mês de junho deste ano. “A partir de agora, o Planejamento realizará licitação que contemplará também a demanda da Administração Indireta, potencializando o uso do poder de compra do Estado. No entanto, a gestão operacional e formal dos contratos continuará a cargo de cada uma das unidades contratantes”, segundo dados informados pela pasta.

“A medida visa fortalecer o uso do transporte de servidores, empregados e colaboradores a serviço da Administração Pública Federal no DF e entorno. O objetivo é realizar a gestão da frota de forma eficiente, bem como reduzir o número de licitações, anteriormente realizadas individualmente pelos órgãos”, informa o Ministério do Planejamento.