Flavio Maluf reporta de que modo os drones têm revolucionado o agronegócio

Legalmente autorizado pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) desde 2017, o emprego de drones já é realidade em diversos segmentos. O agronegócio, por sua vez, é um dos setores que tem se valido da tecnologia. Por agregar diversas funções, este tipo de equipamento permite monitoramento de áreas, além de outras utilidades que são aproveitadas por organizações de naturezas variadas, informa Flavio Maluf.

Um dos tipos de drone mais conhecidos, os chamados VANTS (Veículos Aéreos Não Tripulados) são largamente utilizados por empresas do ramo agrícola. Conforme reporta o empresário Flavio Maluf, um total de 25% do faturamento mundial dos fornecedores dos equipamentos tem sua origem nesse segmento.

Uma das empresas nacionais que mais se destacam na venda desses veículos é a Hórus, cuja sede se encontra no estado de Santa Catarina. A companhia em questão foi inaugurada em 2014 e desde então já dispôs no mercado 3 tipos diferentes de drones, salienta Flavio Maluf com base em uma reportagem do site da revista Exame.

Com base nas perspectivas positivas relacionadas ao agronegócio, a empresa decidiu diversificar sua gama de serviços. Desse modo, além da venda de drones, a companhia também possui um serviço voltado ao monitoramento e posterior análise das informações levantadas. Segundo Fabricio Hertz, é possível até mesmo que análises nutricionais do solo sejam realizadas com o uso desse tipo de aeronave.

Flavio Maluf reporta saldo da balança do agronegócio brasileiro do mês de junho

Mais do que agilizar a produção, tecnologias dessa natureza têm sido vistas como um meio de se cortar gastos em diversos aspectos. De acordo com Hertz, as lavouras são favorecidas, sobretudo no que se refere ao uso mais eficaz de defensivos agrícolas. Ele explica que em tempos passados era preciso realizar a aplicação desses produtos em toda a plantação. Hoje, entretanto, é possível saber exatamente quais pontos necessitam de fato desse tipo de cuidado, reproduz Flavio Maluf.

A JHSF e seu reconhecimento como um dos maiores complexos de luxo da América Latina

A JHSF é uma das principais incorporadoras brasileiras, a qual atua como holding de uma série de empreendimentos, dentre eles: shopping centers, imobiliária, hotelaria e gastronomia, todas segmentadas no setor de luxo. A JSHF comandada pelo empresário José Auriemo Neto, herdou um dos maiores conglomerados de São Paulo, que é um dos mais importantes da América Latina, oriundo da presidência de seu pai, o qual o chairman Zeco Auriemo (como é chamado pelos amigos) teve um grande toque de sutileza em implementar um novo rumo à empresa, que foi um dos grandes trunfos de sua presidência, em se destacar pelo império do luxo. Para tal, a JSHF é responsável por shopping centers, com lojas que são verdadeiros desejos, e não simplesmente objetos, mas são marcas que agregam valor e credibilidade ao cliente que as usam, dentre elas têm-se: Louis Vuitton, Gucci, Emilio Pucci, Jimmy Choo, Prada, Ermenegildo Zegna, Montblanc, La Perla, Longchamp, Hermés, Fendi, Ralph Lauren, Dior, Cartieir, Rolex, Chanel, Valentino dentre outras que já estão em processo de inclusão. O mais incrível é perceber que o Shopping Cidade Jardim, de acordo com uma pesquisa da Revista Veja, conclui que desde o ano de 2017, o mesmo recebe uma média de 18 mil pessoas gastando o equivalente a R$2500,00, diariamente. Por via disso, não é à toa que a JHSF é o centro de todo luxo paulistano, ou melhor, do Brasil.

A JSHF além de se destacar nos centros de compra, mantém uma série de hotéis de altíssimo padrão, que se trata de uma sociedade com a família italiana Fasano desde 2006, sendo que a parte hoteleira já era comandada pelo complexo, ficando agora também a responsabilidade pelos restaurantes, já que a JSHF terá domínio de 65% dos hotéis e restaurantes, enquanto que Rogério, Andrea e Fabrizio responderão por 35% do total, mais uma um quantia generosa de 53 milhões de reais, que vem sendo desenrolada há mais de um ano, que representa a aproximadamente 6 vezes o valor da Ebtida, representada pelo lucro antes + impostos + depreciação + amortizaçã0). Portanto, a JSHF é atualmente, um dos principais conglomerados nacionais e que tem forte influência internacional.

Como manter a saúde

Carboidratos com alto índice glicêmico , como pão, açúcar, mel e alimentos à base de grãos, proporcionam energia instantânea e aceleram o metabolismo. Se você está tentando queimar gordura, grude no feijão, no arroz, no macarrão, nas lentilhas, na ervilha, no grão de soja e no farelo de aveia, todos com uma contagem de IG baixa.

Vida consciente. Você provavelmente já ouviu notícias do velho ditado de que a vida é muito curta para encher um cogumelo. Mas talvez você deva considerar o contrário: que a vida é simplesmente curta demais para NÃO focar nas tarefas simples. Ao desacelerar e se concentrar em coisas básicas, você limpará sua mente de tudo que lhe preocupa.

Realmente concentre-se nas sensações e experiências novamente: observe a textura áspera da pele de um morango ao tocá-la e prove o suco agridoce enquanto você morde a fruta; quando seu parceiro acaricia sua mão, preste muita atenção à sensação em sua pele; e aprenda a realmente focar em tarefas simples enquanto as executa, seja plantas com flores ou passando suas roupas.

O segredo do alongamento. Quando você alongar, relaxe seu corpo até que você sinta o alongamento e segure por cerca de 25 segundos. Respire profundamente para ajudar o corpo a movimentar sangue rico em oxigênio para os músculos doloridos. Não pule ou force uma posição desconfortável.

Faça seu treino de pesos primeiro. Especialistas dizem que o treinamento com pesos deve ser feito primeiro, porque é um exercício de maior intensidade comparado ao cardio. Seu corpo é mais capaz de lidar com musculação no início do treino, porque você está fresco e tem a energia que precisa para trabalhar.

Por outro lado, o exercício cardiovascular deve ser a última coisa que você faz na academia, porque ajuda seu corpo a se recuperar, aumentando o fluxo sangüíneo para os músculos e liberando o ácido láctico, que se acumula nos músculos durante o treinamento com pesos. É o ácido lático que faz seus músculos parecerem rígidos e doloridos.

Queime gordura durante os intervalos. Para melhorar sua forma física rapidamente e perder peso , aproveite as alegrias do treinamento intervalado. Configure a esteira ou a máquina de passos no programa de intervalo, onde sua velocidade e carga de trabalho variam de minuto a minuto. Construa gradualmente, a cada minuto e retorne à velocidade inicial. Repita esta rotina. Não só será menos monótono, mas você poderá treinar por um tempo mais curto e obter melhores resultados.

Poupança registra diferença de R$ 5,8 bilhões em depósitos e saques

O mês de agosto de 2018 fechou com o registro de mais depósitos do que saques na poupança. O dado divulgado em novas notícias pelo Banco Central do Brasil revelou que essa diferença entre saques e depósitos chegou ao valor de R$ 5,8 bilhões. De acordo com o BC, esse resultado é o maior para o mês de agosto desde o ano de 1995. Já no acumulado do ano até agosto, os depósitos superaram em R$ 16,96 bilhões os saques realizados nas cadernetas de poupança.

Em relação ao saldo das cadernetas de poupança, o Banco Central revelou que no mês de agosto houve um aumento no volume total aplicado em comparação com o mês de julho. Ainda no final de julho deste ano, o saldo total das cadernetas de poupança era de R$ 755,682 bilhões. Já ao final do mês de agosto o registro foi de R$ 764,408 bilhões, o que demonstra que os brasileiros têm pensado em poupar mais do que sacar os valores já arrecadados.

No entanto, é importante considerar que além dos saques e dos depósitos, o Banco Central do Brasil também considera os rendimentos creditados em relação aos valores depositados. Todos esses valores entram para o cálculo do que há no estoque até o final de cada mês. Em agosto, os rendimentos somaram um total de R$ 2,862 bilhões nas contas dos poupadores.

Embora o registro do Banco Central seja de que mais investimentos foram realizados em relação às retiradas da poupança, o rendimento para o mês de agosto de 2018 não está entre os mais rentáveis. Isso porque com a queda dos juros básicos realizada pelo próprio BC, a poupança passou a ter um rendimento muito menor. Esses cortes têm sido realizados desde o ano passado como uma forma de equilibrar a balança da economia do país.

A norma em vigor determina que o Banco Central deve reduzir o rendimento da poupança quando a Taxa Selic apresentar um nível menor que 8,5% ao ano. Quando isso acontece, o Banco Central é obrigado a limitar os rendimentos da poupança a um total de 70% do percentual da Selic. Além disso, é acrescido o percentual da Taxa Referencial, que também é calculada e administrada pelo próprio BC.

Shopping center futurista de R$ 2 bilhões será construído em Dubai

A construção de uma metrópole junto a um shopping center foi anunciada no mês de agosto de 2018 para ser construída em Dubai. O mega shopping será o maior espaço de locação de varejo do mundo, abrangendo mais de 100 campos de futebol em termos de tamanho. Chamado de Dubai Square, o projeto de R$ 2 bilhões previsto pelo empreendimento Dubai Creek Harbour terá mais de 8 milhões de metros quadrados de espaço destinado ao varejo. Essa medida é o equivalente ao dobro do tamanho de outro grande empreendimento, o Dubai Mall.

Projetado como um destino definitivo para grandes eventos, o térreo abrigará performances de celebridades, shows e espetáculos de teatro em uma arena de entretenimento futurista com mapeamento de projeção em 3D, som teatral e iluminação. As famílias serão atendidas com cinema, parque aquático, arena esportiva e supermercado. Mas é o ponto de vista tecnológico que mais intriga.

“A Dubai Square amplia as fronteiras do varejo e do lazer moderno, aproveitando a tecnologia da próxima geração. Ele foi projetado para a nova era de clientes, que são digitais, conectados e conhecedores de tecnologia”, explicou Emaar Properties, desenvolvedor responsável pelo Dubai Creek Harbour.

Os recursos incluem experiências imersivas, como camarins VIP, salas de montagem inteligente com espelhos interativos e coleções de moda particulares com os maiores especialistas no assunto. As notícias sobre os empreendimentos bilionários são corriqueiras em Dubai, e como a maioria dos projetos arquitetônicos construídos nos Emirados Árabes, o mega shopping já é visto como um dos maiores projetos.

O estilo futurista do espaço de varejo, conectando lojas físicas com plataformas digitais, será rico em novas tecnologias, com a possibilidade de compras feitas via celular, além do balcão da loja. Essa experiência de compra será aumentada por aplicativos móveis personalizados, aplicativos de leitura de código de barras e identificação por radiofrequência (tecnologia usada para inventários, mas também para check-out sem caixa).

Com tecnologia de ponta na vanguarda dos planos, os desenvolvedores estão testando o futuro da experiência do shopping visando os clientes mais jovens.

A Emaar afirma que há entretenimento na Dubai Square para todos, mas admite que “a nova geração de jovens com conhecimento de tecnologia é, naturalmente, o público-alvo esperado”.

Acordo comercial entre EUA e União Europeia, impulsiona montadoras

Após progresso nas negociações entre os Estados Unidos e a União Europeia – responsáveis por grande parte da economia mundial – e com um aumento nas ações de automóveis, os mercados de ações europeus saltaram nesta quinta-feira (26). Donald Trump e Jean Claude, concordaram em não impor tarifas sobre automóveis europeus, enquanto ambos os lados tentam romper outras barreiras da economia comercial.

Em uma entrevista na Casa Branca, ao lado de Jean Claude, Trump disse concordar em trabalhar juntos, em busca de zerar as tarifas, zerar as barreiras não tarifárias e zerar os subsídios em produtos industriais não-automotivos, pontos com alto índice no balanço econômico de ambas as partes.Com grande perspectiva, montadoras europeias registram os maiores ganhos, subindo até 1,7%, setor que foi atingido com ameaças tarifárias, fazendo com que os fabricantes de automóveis dos dois lados do Atlântico, cortassem suas orientação, o que projetou um reflexo na economia de ambos os lados.

As sobretaxas sobre a importação de aço e alumínio impostas pelos EUA em março, inflamaram vários participantes do comércio internacional, onde Indicadores da economia mostram estrago da guerra comercial. A discussões entre os Estados Unidos e seus maiores parceiros comerciais -China e União Europeia – é uma das maiores ameaças ao crescimento da economia mundial. Trump decidiu suspender a isenção da união europeia e do Nafta à cobrança das tarifas, há dois meses, a tensão aumentou. Em contraparte, os europeus impuseram tarifas sobre o equivalente a € 2,8 bilhões de produtos proveniente da importados dos Estados Unidos.A Comissão Europeia, também anunciou impostos adicionais, em torno de 25%, a uma lista de produtos fabricados nos EUA submetida à Organização Mundial do Comércio (OMC). As regras da OMC permitem que a união européia introduza tarifas correspondentes em valor aos danos causados ​​pela decisão dos EUA sobre suas exportações de aço e alumínio para os Estados Unidos, que totalizaram € 6,4 bilhões em 2017.

Bitcoin é aceito para pagar açaí

Quem procura por um açaí na beira da praia não pode imaginar que além dessa fruta congelada deliciosa, o pagamento também pode ser feito em bitcoins. Quem estiver passando pela praia de Pitangueiras, no Guarujá, litoral de SP, poderá se encontrar com Antônio Lopes, 40, vendedor de açaí que aceita diversos tipos de moedas estrangeiras para o pagamento.

 O cliente tem a possibilidade de pagar usando diferentes cartões e moedas do mundo, mas a que mais chama a atenção é a moeda virtual bitcoin. Nesses últimos meses a criptomoeda se tornou mais conhecida por causa da altíssima valorização que alcançou.

No carrinho de Lopes, o símbolo do bitcoin está em uma plaquinha e chama a atenção de diversos curiosos. Até agora ninguém comprou pela moeda, mas muitas pessoas são atraídas pela curiosidade e acabam comprando o açaí com dinheiro de forma tradicional.

A novidade propulsionou as vendas do açaí e o ambulante acabou se tornando uma espécie de consultor para os clientes que fazem várias perguntas. Muitos se interessam mais pela informação do que pelo próprio açaí que compram.

Houve um aumento de 60% nas vendas depois que ele passou a oferecer essa modalidade de pagamento. Para dar conta do atendimento uma funcionária foi contratada para ajudar. Com o início da alta temporada de verão, são aproximadamente 200 açaís por dia.

 A atendente Gabryelle Nunes, 16, não tinha noção da moeda e começou a aprender sobre o assunto no trabalho. Quem vem perguntar sobre o bitcoin, ouvirá explicações básicas de Gabryelle que ainda está aprendendo e tem a ajuda do patrão.

 Um dos curiosos que parou para saber mais da moeda, Rodrigo Maia, 24, não sabia que a tecnologia permitia a compra de açaí. Antes apenas havia visto sobre o assunto na televisão.

Além de estar presente na praia na vendas de açaís, Lopes também administra uma loja virtual. Em seu comércio online ele vende artigos para computadores.

 Depois de ser demitido da Petrobras, em Macaé, Rio de Janeiro, Lopes teve que procurar outras formas de gerar uma renda e se diferenciar da concorrência. Em seu carrinho ele também oferece sorvete de açaí.

Serviço de transporte para o governo possibilita economia aos cofres públicos

Um serviço oferecido ao governo semelhante a Uber, terá maiores extensões buscando atingir órgãos administrativos de forma direta, como fundações e autarquias. O TáxiGov,  apelidado como “Uber do governo”, apresenta uma grande economia de 60% desde quando passou a operar em fevereiro do ano passado.

A ramificação deste serviço tem como principal foco estimular as entidades do Poder Executivo a utilizarem esse sistema, que também utiliza um app na hora de solicitar uma corrida. A partir das mudanças, esses órgãos não poderão realizar novos contratos e não poderão estender os contratos já existentes, permitindo que novos contratos e a administração das questões de transportes seja de responsabilidade do Ministério do Planejamento.

No total, 22 unidades já usufruem deste serviço, incluindo instituições públicas e ministérios. Ao longo do tempo em que o serviço está em operação, o número de 75 mil corridas já foram solicitadas através do app, com mais de 24 mil servidores e agentes do governo cadastrados neste sistema. Sem que haja a necessidade de compra ou aluguel de veículos para o transporte de pessoas do governo, a economia de R$ 2,9 milhões aos cofres públicos foi gerada devido ao serviço.

De acordo com o Ministério do Planejamento, o objetivo é firmar cada vez mais este serviço entre todas as instituições e órgãos do Governo Federal até o mês de junho deste ano. “A partir de agora, o Planejamento realizará licitação que contemplará também a demanda da Administração Indireta, potencializando o uso do poder de compra do Estado. No entanto, a gestão operacional e formal dos contratos continuará a cargo de cada uma das unidades contratantes”, segundo dados informados pela pasta.

“A medida visa fortalecer o uso do transporte de servidores, empregados e colaboradores a serviço da Administração Pública Federal no DF e entorno. O objetivo é realizar a gestão da frota de forma eficiente, bem como reduzir o número de licitações, anteriormente realizadas individualmente pelos órgãos”, informa o Ministério do Planejamento.

Angola também pode dar um calote no BNDES

Depois de levar calotes de Moçambique e Venezuela, o BNDES está correndo risco de ter atrasos nos pagamentos dos empréstimos feitos por Angola. Esse dinheiro foi usado no país para a realização de obras feitas por construtoras do Brasil. Para empréstimos desse tipo que foram realizados por alguns países, o BNDES tem para receber cerca de US$ 4,3 bilhões e de todo esse dinheiro, Moçambique, Venezuela e Angola devem juntos em torno de US$ 2 bilhões. Há cerca de vinte anos, o BNDES emprestou US$ 10,5 bilhões para alguns países e recebeu de volta em torno de US$ 8,2 bilhões, contando inclusive com os juros.

O Tesouro Nacional é que vai arcar com as despesas do atraso, já que as transações são seguradas pelo FGE (Fundo de Garantia à Exportação). Esse fundo está ligado ao Ministério da Fazenda e é o responsável por assegurar essa espécie de empréstimo. Segundo os analistas, quando se trata desse assunto envolvendo empréstimos com vencimentos prolongados para os países, é comum que os governos tenham participação nas garantias.

Mas com as contas públicas apresentando déficits e sem verba orçamentária em 2018 para cobrir algum inesperado calote, o país vai ficar ainda mais endividado mesmo que esses empréstimos, sejam pagos futuramente com atraso pelos países devedores.

Segundo fontes do governo, a Venezuela é o país que tem a situação mais preocupante, já que dos US$ 262 milhões que ela deve e que fazem  parte do calote divulgado em setembro  do ano passado, US$ 115 milhões pertencem ao BNDES. Somente esse ano, o banco deveria receber mais US$ 274 milhões de um saldo total de cerca de US$ 814 milhões da Venezuela. O governo acredita que esses valores somente vão ser pagos depois de algumas negociações entre os dois países.

Mas no caso de Angola, que foi o país que fez os maiores empréstimos com o BNDES, o novo governo angolano já avisou que pretende renegociar a dívida externa, principalmente depois da redução dos lucros gerados pelo petróleo. O BNDES, o Ministério da Fazenda e a Embaixada de Angola não quiseram se pronunciar, sendo que o banco negou qualquer comunicação do país em relação aos atrasos.

 

Tesouro Nacional deve receber R$ 130 bilhões do BNDES

Segundo Carlos da Costa, diretor de planejamento do BNDES, declarou que o banco em 2018 pretende ressarcir aos cofres do Tesouro Nacional, os R$ 130 bilhões que estão sendo aguardados pelo Banco Central. Mas segundo o diretor, que falou durante a explanação sobre os novos sistemas operacionais do BNDES, não existe ainda uma previsão para que seja feito esse pagamento, sendo que ele ainda pode ser realizado de forma parcelada.

O banco recebeu da União mais de R$ 530 bilhões, entre os anos de 2008 e 2014. A restituição dos valores devidos começaram em 2016, quando o BNDES fez pagamentos acima de R$100 bilhões. No ano passado,  a devolução foi de R$ 50 bilhões  e para esse ano, a solicitação foi para que houvesse um pagamento em torno de R$ 130 bilhões. Se esses valores não forem ressarcidos aos cofres do Tesouro Nacional, o Banco Central estima que a dívida pública do país pode alcançar cerca de 80% do PIB (Produto Interno Bruto).

Segundo ainda Carlos da Costa, o esforço está sendo feito por todos para melhorar o Brasil, e para que isso aconteça, é necessário que as contas públicas estejam equilibradas. É impossível o crescimento de um país que apresente as suas contas com valores descontrolados. Mas somente isso não é a solução, já que existem países pobres mas que possuem as suas contas sob controle. O BNDES está se esforçando juntamente com o governo federal, para conseguir efetuar esse pagamento de R$130 bilhões em 2018.

O diretor afirmou que esse valor é totalmente viável com as projeções do banco para esse ano. Mas ele revelou que se outros pedidos forem feitos futuramente, o BNDES pode apresentar certas dificuldades para atender outra demanda.

Entre os anos de 2008 a 2014, foram conduzidos ao BNDES pelo Tesouro Nacional em torno de 500 bilhões em títulos públicos, visando ampliar o potencial do BNDES para emprestar valores, que possam garantir os investimentos e incentivar a economia do país. Foram emitidos títulos públicos ao BNDES e o banco negociava esses papéis dentro do mercado, para aumentar o capital e poder conceder ainda mais recursos financeiros.